30.07

Hailee Steinfeld está de volta com sua primeira música em dois anos – e com parceria de ninguém menos que Anderson .Paak. Nessa sexta-feira, a cantora de “Most Girls” lançou seu novo single “Coast”, uma música pop vibrante e com guitarra elétrica.

“Esta música é profundamente pessoal para mim, influenciada por minhas raízes na Califórnia e pela música que cresci ouvindo com minha família”, disse Steinfeld à Rolling Stone.

Na música praiana, ela canta: “Você é a onda no meu oceano / ritmo e movimento pulsantes / é uma noite lua cheia, sim / eu não quero ir para casa ainda”. E em seu verso, .Paak canta: “você vive na tela e no palco/ eu quero caber entre suas pernas/ vamos escolher um dia/tudo pode esperar”.

Steinfeld postou um trecho do projeto pela primeira vez na semana passada, escrevendo para seus fãs: “Se você está comigo há um tempo, sabe que isso demorou muito. Se você é novo aqui… estou prestes a lançar minha primeira música em mais de um ano.”

Steinfeld diz que .Paak – a quem ela tem “sorte de chamar de amigo” – foi o “único artista com quem imaginei colaborar nesta música”.
“Saber que ele amou a música o suficiente para emprestar sua genialidade é absolutamente surreal, e sou eternamente grato por ter seu apoio”, diz Steinfeld. “Este é apenas o começo.”

No Instagram, ela disse que o lançamento da música é o início de um “novo capítulo”. O último lançamento de foi seu EP Half Written Story em 2020, que apresenta músicas como “I Love You’s”, “Your Name Hurts” e “Wrong Direction”.

Naquela época, ela estava estrelando como Emily Dickinson em Dickinson, e também dublando Vi em Arcane, ela também assumiu o papel de Gaviã Arqueira na minissérie de mesmo nome no ano passado.

Quanto a .Paak, ele recentemente se juntou a Maxo Kream em “The Vision” e Dr. Dre em “The Scenic Route” e “ETA”. Ele também está se apresentando em sua residência em Las Vegas como parte do Silk Sonic, ao lado de Bruno Mars.

 

Fonte: Rolling Stone

Tradução e Adaptação: Hailee Steinfeld Brasil



29.07

VEIO AÍ! Após dois anos aguardando o inicio de uma nova era, Hailee Steinfeld finalmente lançou hoje, 29, o single Coast, parceria com Anderson .Paak.

Composta pela própria Hailee e por Brandon Paak Anderson, Gabe Simon, Mikky Ekko e Stephen Kozmeniuk, a canção foi produzida por KOZ e Gabe Simon.

Confira abaixo o lyric video e a tradução música:

 

Coast

Você é a onda sobre o oceano
You’re the wave upon the ocean
Bata o ritmo no oceano
Pound the rhythm in the ocean
É uma noite de lua cheia, sim
It’s a full moon-kind of night, yeah
Eu não quero ir para casa ainda
I don’t wanna go home yet
Você pode questionar minha devoção
You can question my devotion
Use meu ombro como se fosse meu coração
Wear my heart on my shoulder
Apenas relaxe e deixe a correnteza te puxar para perto
Just relax and let the riptide pull you close
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Energia, seu corpo flui
Energy, your body flows (Ah)
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Frequência de tudo o que sabemos
Frequency of all we know (Yeah)
Sentindo que peguei uma onda com você
Feelin’ like I caught a wave witcha
Eu tenho lidado com muitas mudanças
I been dealin’ with a lot of changes
E todas as pessoas com quem eu gosto de sair
And all the people that I like to hang with
Todos eles estão dizendo que eu não sou o mesmo
They all been sayin’ that I ain’t the same
Escute, eu estive relaxando com você por alguns dias
Listen, I been chillin’ with you for a couple days
Se você não tem medo, eu e você devemos nos enfurecer
If you ain’t afraid, me and you should rage (Hey)
Nos raios do sol, saia da gaiola
In the Sun rays, come on out the cage (Hey, hey)
Não quero domar, viva do seu jeito
Don’t wanna tame, live it your way (Hey)
O corpo vai por dias, me deixa atordoado
Body go for days, got me in the daze (Hey, hey)
Festas em LA parecem férias
Parties in LA feel like holidays (Hey)
Encontre o PCH (Pacific Coast Highway) e vamos a caminho
Hit the PCH and we on the way
Para o lugar onde nasci e cresci
To the place I was born and raised
Você vive na tela e no palco
You live on the screen and the stage
Eu quero caber entre suas pernas
I wanna fit in-between your legs
Vamos escolher uma data, tudo pode esperar
Let’s pick a date, everything could wait
As palavras não podem se relacionar, mas estão me dando fé
Words can’t relate but it’s givin’ fate
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Energia, seu corpo flui
Energy, your body flows (Ah)
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Frequência de tudo o que sabemos
Frequency of all we know
Porque nada parece tão real quando estamos juntos
‘Cause nothin’ feels as real when we’re connected
Relaxe e deixe a correnteza te puxar para perto
Relax and let the riptide pull you close (Ah)
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Frequência de tudo o que sabemos
Frequency of all we know
As estrelas caem, você as afoga
The stars come down, you drown ’em out
Estou afundando mais em você
I’m sinkin’ deeper into you
Eu respiro você
I breathe you in, I breathe you out
Estou afundando mais em você
I’m sinkin’ deeper into (Hey)
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Energia, seu corpo flui
Energy, your body flows (Ah)
Podemos navegar com os movimentos
We could cruise with the moves, like
Te pegar no luar, amor
Catch you out in the moonlight, babe
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Frequência de tudo o que sabemos
Frequency of all we know
Porque nada parece tão real quando estamos juntos
‘Cause nothin’ feels as real when we’re connected (Coast)
Relaxe e deixe a correnteza te puxar para perto
Relax and let the riptide pull you close (Ah)
Baby, tudo que eu quero fazer é curtir
Baby, all I wanna do is coast (Coast)
Com você
With you (With you)
Frequência de tudo o que sabemos
Frequency of all we know (Yeah)



19.04

O mais novo papel de Steinfeld como embaixadora da marca para Core Hydration marca o lançamento de “Coast”, que já está disponível para pre-save.

Entre a carreira multifacetada de Hailee Steinfeld, encontrar o que a mantém equilibrada em sua vida cotidiana é de extrema importância.

Falando à PEOPLE sobre seu envolvimento na campanha Find Your Balance da Core Hydration, a cantora e atriz diz que o equilíbrio é uma “grande parte” de sua vida.

“Isso é algo que estou tentando fazer ativamente entre minha vida profissional, minha vida pessoal e a combinação de ambas”, diz Steinfeld, 25 anos. “Encontrar o equilíbrio tem sido realmente uma grande prioridade para mim há muito tempo, especialmente nos últimos anos com o acúmulo de tudo. Fazendo duas séries, trabalhando na minha música.”

Para Steinfeld, as estratégias para manter o equilíbrio em sua vida cotidiana variam – embora existam algumas que ela sabe que nunca falharão.

“O que eu amo sobre o ato de encontrar o seu equilíbrio é que não necessariamente tem que ser uma coisa específica. Eu acho que caminhar, algo tão simples quanto estar na natureza, meditar, e seguir meditações guiadas funciona — adoro malhar, malhar é uma grande parte da minha vida.”

Ela continua: “Meu pai é meu personal trainer, um dos melhores, se posso dizer isso. E esse momento para mim se tornou me faz sentindo mais forte mental e fisicamente”.

Em alguns casos, Steinfeld também encontra essa calma em suas horas de trabalho.

“Eu realmente sinto que minha vida profissional pode ser muito agitada às vezes, quando estou em um estúdio, me sinto em paz. Sinto uma sensação de equilíbrio e calma em tudo isso. E me sinto livre e criativa e esse é um lugar enorme que sinto que encontro meu equilíbrio.”

Quanto a trabalhar em estúdio em sua nova música – sua parceria com a marca também marca o anúncio de sua próxima música que os fãs esperavam ansiosamente. Em conjunto com a parceria, Steinfeld lançará “Coast”, sua primeira música desde seu EP Half Written Story em 2020. A música já está disponível para pre-save.

“Estou muito animada com o fato de que isso é apenas uma pequena amostra do que está por vir. Mal posso esperar para lançar a música. Já faz muito tempo”, diz ela sobre seu mais novo lançamento.

Ela continuou: “Isso absolutamente vai representar uma nova era. Eu tenho vivido com o que tenho trabalhado há anos, alguns anos, que eu realmente sinto que precisava para chegar onde estou. E embora seja bastante frustrante. Eu tenho os fãs mais pacientes, não sei como, mas tive muita sorte.”

“Mas estou muito grata por ter tido tempo para descobrir tudo e chegar onde está, porque estou incrivelmente orgulhosa”, acrescentou ela mais tarde.

Em novembro, a estrela disse à Cosmopolitan que sua próxima música refletia sua mentalidade atual.

“Estou em um lugar agora onde tenho certeza de que sei o que quero para mim, nos relacionamentos, no trabalho e na vida em geral”, disse ela. “Então é isso que eu estou procurando. Estou pintando a imagem de como tudo isso se parece.”

Quanto ao que exatamente ela quer em um relacionamento, em particular, Steinfeld disse: “Quero um parceiro que seja, antes de tudo, leal e honesto, mas confiante em si mesmo e capaz de fazer suas coisas enquanto eu faço as minhas. É estranho falando sobre isso porque está na minha cabeça há muito tempo.”

“Muitas dessas músicas também são sobre assumir o controle e se apropriar de si mesmo”, continuou ela. “Mas também acho que há poder em reivindicar o que você quer, e talvez o que você queira é não ficar sozinho.”

Fonte: People

Tradução e Adaptação: Hailee Steinfeld Brasil



28.02

A atriz, produtora e cantora conversa sobre pular dos anos 1850 até o Universo Cinemático da Marvel e seu estranho tempo cômico.

Coincidentemente – foi apenas uma semana antes de The Edge of Seventeen celebrar seu quinto aniversário quando Hailee Steinfeld e Woody Harrelson se conectaram por uma ligação do zoom um pouco ruim. Harrelson – encorpando perfeitamente seu personagem de meia idade do filme – entrou na ligação por um iPad anônimo, significando que demorou cerca de trinta segundos antes de alguém perceber que o lendário ator tinha entrado na ligação. Steinfeld, com seu bom humor natural, estava feliz de vê-lo.

Ela pode ter tido apenas 19 anos quando a dupla se conheceu, porém Steinfeld já tinha se estabelecido como a super estrela da próxima geração de Hollywood. Com seis filmes notáveis em seu currículo (incluindo o inesquecível e icônico Pitch Perfect), um EP no qual o single principal “Love Myself” alcançou o top 40 em múltiplos charts internacionais, e nomeações em prêmios incluindo o Oscar para Melhor Atriz Coadjuvante e Teen Choice Breakout Artist naquela idade, pareceu natural que em 5 anos, Steinfeld iria ser encontrada no mundo de super heróis.

Estrelando em Hawkeye da Disney+ ao lado do arqueiro residente dos Vingadores, Clint Barton, interpretado por Jeremy Renner, Steinfeld assume o papel de Kate Bishop, a experiente arqueira protegida de Barton que sonha em se tornar uma Vingadora certificada.

Apesar da sua entrada no universo da Marvel ser um novo empreendimento assustador para a carismática atriz, interpretar uma heroína radica é algo que ela está certamente acostumada. A terceira e última temporada de Dickinson, na qual Steinfeld interpreta a empoderada poeta, Emily Dickinson, e serve como produtora executiva, também chega as telas pela última vez. Então o que torna Steinfeld tão inegavelmente procurada nas telas e celebrada fora delas? O seu humor irresistível, de acordo com Harrelson.

Woody Harrelson: Hailee!
Hailee Steinfeld: Como vai cara?

WH: Como tá indo cara?
HS: Bem, eu sinto sua falta! Como você está?

WH: Eu tô indo bem, estou aqui em Winnipeg vivendo a vida. Você está prestes a pegar um avião então vamos direto ao ponto! Os primeiros três episódios da terceira temporada de Dickinson foram lançados na sexta, você ainda fica nervosa quando você tem algo novo sendo lançado?
HS: Sim, eu acho que sempre vai ter um pouco disso. Quando você vive com algo por tanto tempo e então isso finalmente se torna – de uma maneira – menos parte do seu mundo e mais parte do mundo de outra pessoa, é totalmente estressante. A terceira temporada dessa série é nossa última temporada e tem sido uma experiência muito peculiar e surreal, chegar na realização de que esse é o fim. Mas eu acho que mais do que nas temporadas anteriores, eu estou animada para essa ser lançada porque eu posso reviver a experiência com as pessoas enquanto elas assistem semanalmente. Eu acho que eu sempre vou ficar um pouco ansiosa, mas principalmente apenas animada!

WH: Você assiste suas performances?
HS: Ah, não! Com Dickinson, como produtora [do programa], vi cortes diferentes à medida que eles se juntam, mas geralmente não. Mas vou te dizer, Woody, mas depende do momento, é tão aleatório porque uma prima minha com quem não falo há um tempo me ligou no FaceTime ontem à noite e depois virou a câmera e ela estava assistindo The Edge of Seventeen! Percebi que faz tanto tempo desde a última vez que o vi. Eu acho que é sempre divertido quando você está afastado o suficiente para revisitar algo que você fez no passado.

WH: Eu realmente amo esse filme. Você foi simplesmente fenomenal, aquela performance foi incrível. E para mim, uma das maiores experiências que já tive no set foi aquela vez que você e eu não conseguíamos parar de rir. Você continua me fazendo rir, e essa é uma das muitas coisas boas que você tem, essa capacidade de colocar humor em tudo que você faz, mesmo que não exista na cena de antemão. Isso é uma coisa que você faz de propósito, eu imagino?
HS: Obrigada por dizer tudo isso! Sim, é uma coisa consciente, mas nunca vou esquecer quando fiz o teste para os irmãos Coen para True Grit – eu estava tão séria. Eu estava tão preparada, estava tão pronta para aquele momento. Eu entrei e estava fazendo algumas cenas e eram cenas bastante sérias… Estava fazendo minhas coisas, estava me sentindo muito bem sobre como estava indo até começar a ouvir Joel e Ethan rirem. Eles estavam rindo do que eu estava fazendo e obviamente estava mantendo [a cena], mas estava pensando comigo mesma, isso não deveria ser engraçado! Não foi até então, ou mesmo depois que fiz o filme, que percebi que tenho essa comédia… não sei se é o momento ou essa sensação de passar por circunstâncias trágicas com um alívio cômico embutido, e eu sou capaz de tocar nisso também. Mas acho que é tão consciente quanto inconsciente. Estou mais ciente disso enquanto escrevo do que ciente de quando e como estou fazendo isso, se isso faz sentido.

WH: Sim, mas eu sei desde o momento em que te conheci e todas as vezes desde então, sempre há muitas risadas. Você realmente é uma pessoa engraçada, você é naturalmente engraçado. Mesmo que você não pretenda ser, como diz, posso ver por que Ethan e Joel estavam rindo e você não tinha ideia do porquê. De qualquer forma, então é isso para Dickinson. Você disse que é agridoce, mas qual foi a primeira coisa que você fez quando a série terminou?
HS: Tomei uma dose de tequila [risos]! Todos nós fizemos. Tem sido uma jornada tão selvagem e me sinto tão sortuda por me sentir parte de algo. Eu me sinto assim desde muito jovem quando comecei a atuar, mas com Dickinson, eu realmente me senti parte de uma família. Quando chegamos ao fim, estávamos prontos para comemorar. Nossa temporada final ocorreu em um momento difícil para todos, para a produção passar pelas coisas com segurança e manter todos saudáveis, poder chegar a uma festa de encerramento no final foi uma bênção. E é uma coisa tão emocionante para todos nós, realmente ter esse momento de celebração e apreço pelo que conquistamos.

WH: Sim, essas festas de encerramento são importantes no final de algo assim. As festas são importantes em geral! A terceira temporada de Dickinson atualmente tem 100% de classificação no Rotten Tomatoes, Arcane, outro de seus filmes recentes, tem 98%. The Edge of Seventeen ainda permanece em 94%. Você presta atenção às avaliações ou classificações, isso importa para você? Ou como você julga o sucesso de suas próprias performances?
HS: Ok, então aqui é onde eu estou. É difícil dizer que não importa para mim, certo? Claro que importa; Eu coloco tanto de mim no que faço que só posso esperar que seja reconhecido. Mas acho que, no que diz respeito às classificações e críticas, espero mais me conectar com o público. De The Edge of Seventeen a Dickinson, tive algumas experiências incríveis com crianças e jovens adultos ao redor do mundo que vieram até mim e compartilharam comigo suas experiências de vida e como meus projetos os ajudaram em [tempos difíceis] ou foram alguma fonte de liberação ou luz para eles – essas são as resenhas com as quais me importo. É muito doido que nosso filme ainda esteja em 94%. Isso não é nada
mal! Mas eu não saberia disso se você não me dissesse. Sinto-me bem com o trabalho que faço e sinto que a coisa mais gratificante é quando percebo que isso fez alguém sentir algo.

WH: Acho que essa é provavelmente a maneira apropriada de olhar para isso. As pessoas que são inspiradas por ele são as pessoas que importam para você. Agora, eu só quero perguntar a você, existem paralelos entre você e Emily Dickinson? Ou até mesmo o mundo em que habitamos agora e o mundo dela, mesmo com séculos de diferença?
HS: Sim, definitivamente. Então eu acho que, em primeiro lugar, o que é tão incrível sobre Dickinson e Alena Smith – a criadora da série– é que eu estou constantemente impressionada com sua capacidade de quase ver o futuro com esta série, porque existem alguns paralelos estranhos entre isso e o mundo em que vivemos hoje. Mas no que diz respeito a mim e a Emily, eu olho para trás para uma personagem como esta e uma pessoa como ela e estou completamente inspirada pelo fato de que se ela foi capaz de viver a vida que ela viveu, sendo sem remorso ela mesma na época que ela estava viva, então estou inspirado a fazer isso por mim também… para lutar contra quaisquer restrições físicas, mentais ou emocionais que são colocadas em mim, seja profissionalmente, pessoalmente, ou seja o que for. Estou inspirada por seu fogo e sua unidade. Ela enfrentou muitos obstáculos na vida e aprendeu rapidamente que não havia como contorná-los. Ela teve que realmente lutar por eles. Eu sou eternamente inspirado por ela e muito grata a esta série por realmente me apresentar a ela e seu mundo.

WH: Ótimo! Então, mudando as marchas de Emily Dickinson para seu novo papel como Kate Bishop em Hawkeye. Como foi deixar Emily para trás e interpretar Kate?
HS: Encerrando essa série e indo para Hawkeye, o tempo de tudo funcionou de uma maneira que eu realmente não poderia ter planejado melhor. Foi bom ter algo para pular e uma personagem como Kate Bishop, que, de certa forma, é semelhante a Emily. Ambas são heroínas por direito próprio, compartilham uma motivação, inteligência e paixão – e isso me fez grata por ter passado tanto tempo com uma personagem como Emily. Mas são dois mundos completamente diferentes, então isso é sempre meio chocante! Indo da década de 1850 para o Universo Cinematográfico da Marvel [risos]. Tem sido incrível e muito divertido. Eu amo isso no que fazemos, é como um minuto eu estou em um espartilho pegando água com baldes de madeira e no próximo eu estou saindo do lado do passageiro de um carro atirando arco e flecha em bandidos [risos]! Um dia, Woody, vou levá-lo a um campo de arco e flecha.

WH: [Risos] Eu adoraria ir a um campo de arco e flecha com você. Como foi trabalhar neste filme ao lado de sua co-star Jeremy Renner?
HS: Foi bom, ele é ótimo! Foi tão incrível tê-lo me mostrando as cordas neste mundo louco. Você sabe, este é a primeira sério no Disney + com um verdadeiro Vingador nele. Eu sinto que, de certa forma, a dinâmica entre mim e Jeremy é semelhante à dinâmica entre os personagens que interpretamos. Eu definitivamente estava olhando para ele para orientação e dicas, assim como Kate com Clint – ela está constantemente olhando para ele para o próximo passo, e ela está pronta e pronta para o que quer que seja lançado em seu caminho. Ele era muito divertido!

WH: Bem, quando eu fiz Solo: Uma História de Star Wars, apenas por estar no universo Star Wars, devo dizer que foi um pouco assustador para mim no começo. Levou oito meses para filmar, então, eventualmente, você se acostuma! Mas quero dizer, você sente alguma pressão por estar no Universo Marvel?
HS: Sim, é definitivamente assustador. Só por estar interpretando um personagem que é tão amado nos quadrinhos, com uma história que as pessoas estavam tão ansiosas para ver ganhar vida… estar nessa posição é grande coisa. Estou muito animada para ver como todos reagem porque eu acho que é ótimo! É uma ótima história, mas sim, esse tipo de coisa nunca deixará de ser assustador para mim.

WH: [Risos] Estou animado para ver. Você tem 24 anos… eu comecei minha carreira aos 24 e quero dizer, eu não posso acreditar em todas as coisas que você fez, isso me impressiona.
HS: [Risos] Obrigada!

WH: Eu estava olhando para o seu IMDB, tudo o que você fez e também a música – o que eu amo. Minha filha te ama mais pela música do que qualquer coisa. Ela tem 15 anos e está bem na fase, bem na área dos jovens que estão devorando sua música e adoram. O que você vai fazer a seguir com isso? Você tem um álbum para sair em breve?
HS: Estou trabalhando nisso há algum tempo. Desde que comecei [a fazer música], tenho trabalhado nisso, meio que me desfazendo. Eu coloquei alguns pequenos projetos aqui e ali, mas sempre foi extremamente importante para mim como artista lançar um álbum de estreia – um que seja bom e que me faça sentir bem. É difícil fazer isso quando você está fazendo tantas outras coisas ao mesmo tempo. Então, finalmente tive a chance de me dar esse tempo para acertar e estou super empolgado com isso, Woody. Mal posso esperar para mostrar a você! Vou te dar uma primeira audição exclusiva.

WH: Eu adoraria isso!
HS: Eu senti que pela primeira vez, eu era realmente capaz de me aprofundar na música que eu cresci ouvindo e eu realmente deixei isso influenciar o que este álbum está se tornando. Então, no próximo ano, música – esse será meu próximo passo.

WH: Eu nunca vou esquecer quando eu não estava familiarizado com a sua música e estávamos saindo todos aqueles anos atrás no set de The Edge of Seventeen e você tocou uma música para mim. Eu fiquei tipo, ‘Puta merda, isso é bom!’ Fiquei realmente impressionado e desde então escutei outras coisas e, claro, minha filha Makani sabe tudo o que você fez. Você tem tanta coisa acontecendo. Eu não sei como você está fazendo tudo isso, mas mal posso esperar para ouvir quando você lançar seu álbum, devo dizer. Além disso, você já teve indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar. Eu nunca vi uma carreira como essa aos 24 anos e parece que o céu é o limite. Mas você ainda tem algum objetivo em sua lista que precisa marcar?
HS: Imagine, não ter mais objetivos[risos]? Eu tenho! Sinto-me tão sortuda por poder fazer o que amo e ser reconhecida por isso em qualquer nível. É difícil para mim compreender às vezes, porque quando você está se movendo tão rápido… Recentemente, tenho me esforçado mais para dar um passo para trás e apreciar tudo o que fiz e sou muito grata. Enquanto eu puder continuar fazendo o que estou fazendo, eu teria muita sorte. Tenho muitos objetivos. Há muitos outros caminhos neste mundo em que estamos que eu adoraria explorar, comecei a fazer isso produzindo em Dickinson e realmente gostei disso. Eu adoraria fazer mais disso. Há mais oportunidades por trás das câmeras que eu adoraria explorar mais tarde. Com minha música, estou animada para voltar a esse mundo e alcançar alguns dos meus objetivos lá. Mas, em última análise, desde que eu possa continuar o que estou fazendo, ficar feliz e saudável, esse é meu principal objetivo.

WH: Uau, isso é ótimo. Eu tenho que te dizer, além de ser um amigo seu, eu sou um grande fã seu. Eu simplesmente acho que seu talento é extraordinário e estou sempre ansioso pelo que você vai fazer a seguir. De qualquer forma, desejo-lhe o melhor, sei que estes são tempos emocionantes para você.

 

Fonte: Wonderland Magazine

Tradução e Adaptação: Hailee Steinfeld Brasil

 



02.12

Depois de meses de rumores, hoje finalmente tivemos a confirmação da atriz que interpretará Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro, na série do herói.

Como já era esperado, Hailee Steinfeld, mais conhecida por seu trabalho em Bumblebee, será a responsável por viver a jovem heroína. A estrela vinha sendo especulada como a favorita da Marvel para o papel.

A confirmação veio através de um vídeo vazado das gravações, que estão acontecendo em Nova York, onde vemos Hailee e o cachorro de sua personagem, Lucky.

“Hawkeye” foi uma das séries para o streaming Disney+ que a Marvel anunciou em julho de 2019, durante a San Diego Comic-Con. Por causa de atrasos provocados pelo novo coronavírus, as filmagens estão começando só agora, e a série deve ficar para 2021.



09.10

Dickinson, a comédia de meia hora estrelada por Hailee Steinfeld, foi renovada para uma terceira temporada pela Apple.

Isso vem antes do lançamento de sua segunda temporada, que a plataforma anuncinou dia 8 de Janeiro, sexta-feira. Fazendo parte para a segunda temporada como convidados estão Nick Kroll, Timothy Simons, Ayo Edebiri e Will Pullen. Assista o primeiro trailer da 2ª:

A renovação antecipada ocorre alguns meses depois que a criadora, diretora e produtora executiva do programa, Alena Smith, fechou um acordo geral com a plataforma de stream.

Dickinson é uma das séries mais bem recebidas da Apple TV +, e a renovação significa que é a primeira série original a chegar à terceira temporada da plataforma. A série esta disponivel na wiip, Anonymous Content e Sugar2.

Dickinson explora as restrições da sociedade, gênero e família a partir da perspectiva da jovem poetisa rebelde Emily Dickinson (Hailee Steinfeld). Situada no século 19, a série é uma história de amadurecimento que mostra Emily como a heroína inesperada para a geração milenar.

Na segunda temporada, Dickinson é retirado de sua vida privada literária e é lançada aos olhos do público, enquanto luta com a sensação de que a busca pela fama pode ser um jogo perigoso para ela.

Jane Krakowski, Anna Baryshnikov, Ella Hunt, Toby Huss, Adrian Blake Enscoe e o rapper Wiz Khalifa retornam para a segunda temporada. A segunda temporada também apresentará novos convidados, incluindo Kroll como Edgar Allan Poe, Simons como Frederick Law Olmstead, Edebiri como Hattie e Pullen como Ninguém. Convidados recorrentes incluem Finn Jones como Sam Bowles e Pico Alexander como Ship.

Dickinson é a produção executiva de Alena Smith e Hailee Steinfeld, bem como de Michael Sugar e Ashley Zalta para Sugar23 Productions, Alex Goldstone para Anonymous Content, Paul Lee e Josh Stern para wiip.

Os três primeiros episódios da 2ª temporada serão lançados em 8 de janeiro, seguidos por novos episódios semanais.



09.05

Pela primeira vez em algum tempo, Hailee Steinfeld tem algum tempo em suas mãos.

“Eu só estou tentando me manter ocupada, para continuar sã e criativa”, diz a cantora/atriz de 23 anos, que está em quarentena com sua família em Los Angeles nas últimas semanas. Com sua agenda liberada enquanto o país permanece fechado, Steinfeld tentou algumas maneiras diferentes de se ocupar: ela pediu um monte de equipamentos de gravação para criar um estúdio improvisado em casa, uma coisa que ela ja pretendia fazer há um tempo. Ela tentou pintar, mas só conseguiu por por alguns dias. Ela está aprendendo a tocar piano – ou pelo menos aprendendo a dominar o fundamental “porque pode ficar complicado muito rápido”, afirma Steinfeld.

Ela também passou essas semanas em casa ouvindo música – álbuns completos, especificamente, absorvendo os discos de vinis recentes de The Weeknd e Tyler, The Creator, bem como clássicos favoritos da família como os Eagles e Fleetwood Mac. Durante uma conversa por vídeo com a Billboard, Steinfeld exibe orgulhosamente a camiseta cinza de Stevie Nicks que ela está vestindo.

“Eu…valorizo, a capacidade de sentar e ouvir um álbum do começo ao fim”, diz Steinfeld, que fala com uma mistura de equilíbrio e emoção. “Eu acho que é isso que os artistas esperam quando lançam um álbum, que você reserve um tempo para sentar e ouvir desse jeito. É tão especial. Eu não sei. A última vez que eu acho que ouvi um álbum do início ao fim [antes da quarentena] estava em um avião. E eu provavelmente adormeci.”

Quase cinco anos desde o lançamento de seu single de estréia – o que levou ela a ficar entre os 40 primeiros – Steinfeld ainda não lançou seu próprio álbum; ela adora a idéia de fazer um, de se comprometer com um projeto estendido. Parte do motivo de isso ainda não ter acontecido é porque sua vida profissional tem sido corrida na última meia década.

A nativa de Los Angeles dedica-se firmemente a equilibrar uma carreira de cantora e de atriz desde 2015, intercalando papéis de liderança entre os gêneros com singles pop destinados às rádios convencionais. A pandemia de coronavírus forçou inúmeros artistas a fazer uma pausa imprevista de suas agendas lotadas, mas para Steinfeld, a quarentena parece particularmente surpreendente.

Seu desempenho em True Grit de 2010 rendeu a Steinfeld uma indicação ao Oscar aos 14 anos de idade; aos 18 anos, ela fez sucesso em sua primeira tentativa com seu single de estréia, “Love Myself”. Desde então, Steinfeld alternou entre os meios, com novas oportunidades a cada ano e pouco espaço entre eles. “Não há como negar que é um desafio”, diz ela sobre como gerenciar sua agenda, pontuando a última palavra com uma risada seca.

Ser posicionada como uma ameaça dupla não é novidade na Hollywood moderna, especialmente para mulheres jovens; por exemplo, as estrelas do Disney Channel e da Nickelodeon costumam tentar cantar e atuar quando entram na idade adulta, com níveis variados de sucesso. Mas enquanto os contemporâneos seguem a linha há um tempo, antes de finalmente se comprometerem com um foco geral – música ao invés atuar para Ariana Grande e Selena Gomez, vice-versa para Zendaya e Victoria Justice – Steinfeld fez a vida de duas carreiras funcionar para ela, estrelando em filmes e séries aclamados pela crítica, enquanto coleciona hits nas paradas e se apertando na agenda datas ocasionais de turnê. A lista de artistas que foram indicados ao Oscar de atriz nos anos 2010 e também conquistaram vários dos 40 melhores hits da Hot 100 naquela década, inclui dois nomes: Lady Gaga e Steinfeld.

“Às vezes você tem atores que fazem sucesso com uma música e desaparecem do mundo da música”, diz Phil Guerini, vice-presidente de marketing da Radio Disney, que sempre tocou os singles de Steinfeld. “Há uma diferença entre aqueles que têm paixão pela música e aqueles que veem isso como outra coisa a realizar para se diferenciar. Com Hailee, sua música pode ter sido precedida por sua atuação, mas ela tem uma ética de trabalho e carisma como poucos outros. Você torce por ela.”

Os singles de Steinfeld foram compostos principalmente de pop, e consistentemente acumulou centenas de milhões de streams – suas cinco maiores faixas até o momento acumularam 1,79 bilhão de streams sob demanda nos EUA, segundo a Nielsen Music/MRC. No entanto, esses singles ainda não se uniram em um projeto solo desde o seu EP de estreia em 2015, Haiz. Essa introdução está finalmente recebendo um acompanhamento nesta sexta-feira (8 de maio) com outro EP, Half Written Story, que está sendo anunciado como a primeira metade de um projeto em duas partes. As cinco novas músicas são as mais experimentais e pessoais da carreira de Steinfeld; elas incluem interpolações de clássicos canções, uma balada sobre coração partido partido e uma incursão no pop-rap. Nenhuma das músicas soa como hits de rádio infalíveis, mas esse parece ser o objetivo de Half Written Story.

“Não se trata apenas dos 40 principais hits, mas de adicionar profundidade e [Hailee] se expressar”, diz o gerente Ed Millett. “Então, estamos apostando em algumas idéias para o seu álbum de estréia”.

Para Steinfeld, o significado de Half Written Story tem menos a ver com a manutenção do impulso comercial do que experimentar alguns sons diferentes, a fim de estabelecer um dos seus. Seus últimos cinco anos de produção musical consistem em momentos únicos que foram cativantes o suficiente para atravessar a temática universal do que de se revelar pessoalmente. Seus dois maiores sucessos após “Love Myself” foram colaborações, e nenhum deles foi co-escrito por Steinfeld.

Agora, ela está escrevendo mais, explorando assuntos mais maduros e passando por um “processo de tentativa e erro”, a fim de descobrir que tipo de artista ela quer se tornar. “Não tive a chance de realmente criar o que [meu] som é, consistentemente”, diz Steinfeld. “Eu ainda acho que estou muito nesse processo de descobrir o que é. E eu sinto que, com cada música que faço, fico cada vez mais perto.”

Wendy Goldstein, presidente de criação da costa oeste da Republic Records, lembra-se de Steinfeld assinou com a gravadora quando ela já era uma estrela de cinema, tendo sido destaque não apenas no aclamado True Grit, mas também em Pitch Perfect, Begin Again e Ender’s Game até 2015. “Ela tinha 18 anos, ou estava prestes a completar 18 anos, e queria cantar “, lembra Goldstein. “E ela tinha muitos fãs do lado de atriz, então foi muito bom que ela conseguiu envolvê-los”.

Isso ajudou o single de estréia, “Love Myself”, co-escrito pela dupla em ascensão de Julia Michaels e Justin Tranter, e foi inesperado, com letras sobre amor próprio e um coro de gritos do tamanho de uma cratera. A música chegou ao 30º lugar no Hot 100 e ao 15º na lista de músicas pop; quando o lançamento do EP de Haiz no final de 2015 foi seguido por um sucesso ainda maior, a colaboração de Zedd-Gray em 2016 “Starving” (nº 12 no Hot 100), parecia que Steinfeld estava prestes a se tornar uma força dominante.

Mas então o mundo da atuação voltou a chamar: Steinfeld passou o segundo semestre de 2016 promovendo o drama de maioridade, The Edge of Seventeen, pelo qual ganhou uma indicação ao Globo de Ouro de melhor atriz em um filme ou comédia musical, e a primeiro semestre de 2017, filmando a terceira parte da franquia Pitch Perfect. Os últimos anos se desenrolaram de maneira semelhante, com singles de sucesso como “Let Me Go” – uma jam de dança country de estádio feita com Florida Georgia Line, Alesso e Watt – e o hino de empoderamento “Most Girls” espremido no meio enquanto ela estrelava papéis no spin-off de Transformers, Bumblebee, e na série Apple TV +, Dickinson, na qual Steinfeld interpreta a jovem Emily Dickinson.

No outono passado, Steinfeld finalizou um acordo com a gerência da TaP e diz que agora sente que sua equipe está trabalhando mais com sua visão de equilibrar filmes e músicas. “Especialmente no começo, acho que os dois lados da equipe estavam muito interessados ​​em ver como isso seria resolvido perfeitamente”, diz Steinfeld quando perguntado se ela experimentou alguma briga entre as diferentes facções de seu círculo interno. Agora, “Todo mundo sabe o quanto essas duas carreiras são importantes para mim e que eu não vou fazer uma e nem a outra”.

Por mais frutífera que sua carreira de atriz tenha se provado, resultou em contratempos para seu crescimento musical. Steinfeld ainda precisa embarcar em uma turnê de destaque, por exemplo, ao invés de reservar um tempo para artistas como Katy Perry, Charlie Puth e Meghan Trainor. Steinfeld também não tem o volume de representantes de estúdios de gravação que seus anos de experiência sugeririam, graças aos meses de filmagens que ela se inscreveu ao assumir um novo projeto de atuação. Isso fez com que comprometer-se com toda a extensão, bem como aprimorar a direção estilística desse projeto, fosse uma tarefa difícil.

Goldstein diz que Republic tentou ser o mais estratégico possível enquanto trabalhava com a programação de Steinfeld ao longo dos anos, encontrando muito tempo para sessões de gravação e promoção. “Ela tem sido ótima em reservar semanas ou meses para se concentrar na música”, diz Goldstein. “E tento estar mais preparado, cuidar de nós e evitar uma enorme lacuna no mercado entre os registros – porque no mundo do streaming, trata-se de consistência”.

No entanto, Millett ressalta que, em um nível fundamental, Steinfeld ainda precisa passar por um processo artístico mais profundo para liberar todo o seu potencial como cantora e compositora. O caminho que ela seguiu, tendo passado a maior parte de seus 23 anos no centro das atenções, não é comum. “Normalmente você começa com um artista, passando de adolescente para adulto, trabalhando com escritores e produtores e definindo quem você é. Essa jornada não é algo que ela fez”, observa ele. “Auto-expressão, ganhando confiança para dizer como você realmente se sente – esse é um processo assustador quando você já é uma pessoa famosa.”

Quando Steinfeld está fazendo um filme ou programa de televisão, ela diz que ainda está escrevendo músicas, embora não tão consistentemente quanto quando está fora do set. E tudo bem para – Steinfeld está aprendendo a não se sobrecarregar, mesmo que queira assumir novos desafios.

“Eu costumava pensar que poderia fazer tudo”, diz ela, “e que tudo estava ótimo e bem, e foi tipo ‘eu posso gravar isso definitivamente e fazer isso e isso e aquilo’. E então eu comecei a perder o sono por causa disso. Eu sou muito jovem para ficar estressada. “

Embora Steinfeld tenha montado um estúdio em casa durante a pandemia e esteja aprendendo a tocar piano, Half Written Story não é o produto da quarentena. As cinco músicas são resultados de uma explosão de criatividade em meio ao que Steinfeld descreve como um período pessoal “para baixo”, depois que Steinfeld terminou de filmar a primeira temporada de Dickinson em Nova York na primavera de 2019 e voltou para sua casa em Los Angeles.

“Essas músicas representam uma época da minha vida em que acho que, pela primeira vez, eu realmente não estava muito bem no geral”, diz Steinfeld.

Half Written Story foi precedida por “Wrong Direction”, uma balada triste em que Steinfeld lamenta seu tempo com um parceiro que “me queimou”, enquanto “Your Name Hurts” expande esse sentimento de traição.

Steinfeld se recusa a especificar mais sobre o assunto, mas “Wrong Direction” provocou especulações entre os fãs sobre quais de seus ex’s ela escreveu sobre, desde o lançamento em janeiro. “Ouvimos isso o tempo todo: há pessoas que entram em nossas vidas para nos ensinar alguma coisa, e às vezes há alguém que entram que atrapalha e te tira de seu caminho”, diz ela.

No entanto Half Written Story equilibra sua mágoa com momentos de resiliência. “Man Up” encontra Steinfeld operando em uma cadência e insultos a um ex, enquanto “I Love You’s”, que atualiza versão de Annie Lennox de “No More I Love You’s”, é construído em torno de uma rejeição de sentimentos vazios.

Steinfeld trabalhou no projeto com Koz, o produtor e compositor canadense mais conhecido por seu trabalho com Dua Lipa, diz que o “constante ‘riffing’ de sons e idéias” resultou em ritmos mais lentos, diferentes abordagens vocais e uma paleta sonora mais aventureira. Nenhuma das músicas lançadas antes do EP alcançou a parada do Hot 100, mas Steinfeld diz que Half Written Story deu a ela um sentimento de que o ep precisava ser lançado muito necessário. E como seu primeiro projeto não foi atualizado desde 2015, mostra também sua nova visão de mundo.
“Esta é sua primeira afirmação como uma garota que agora é adulta, que viveu um pouco a vida”, Goldstein nota. “Ela está realmente aplicada no estúdio e tem alguma coisa a dizer.”

A segunda parte de Half Written Story será lançada ainda este ano, embora, Steinfeld realmente não saiba como será a segunda metade de seu 2020.

A produção da segunda temporada de Dickinson encerrada pouco antes da pandemia chegar os EUA, e todos os seus outros planos de atuação e promocional foram suspensos, então Steinfeld presumivelmente terá ainda mais tempo para se concentrar nas composições, melhorar suas habilidades no piano e identificar seu som enquanto está presa em casa.

Uma coisa que ela apreciou na preparação para Half Written Story é o ato de discutir sua música, em entrevistas e em outros lugares, depois de anos de perguntas sobre sua carreira de atriz. “Uma coisa é falar sobre um personagem que eu interpreta, contra falar sobre quem eu sou”, diz Steinfeld. “Quanto a atuar, eu sempre serei protegido pelo personagem que estou interpretando — isso é como uma rede de segurança. E quanto mais eu falo sobre minha recente música, eu não sinto isso, porque eu não tenho isso. É muito eu.”

Fonte: Billboard

Tradução e Adaptação: Hailee Steinfeld Brasil



08.05

Quando você recebe uma indicação ao Oscar aos 14 anos de idade, estrelando ao lado do vencedor do Oscar, Jeff Bridges, em um filme dos vencedores do Oscar Joel e Ethan Coen, seu elenco é escolhido como ator aos olhos do mundo. Esse foi o caso de Hailee Steinfeld após seu papel de destaque em True Grit, de 2011.

Mas, como muitos, Steinfeld é abençoada com vários talentos. A lista de grandes nomes que fizeram sucesso com música e filme é impressionante, de Barbara Streisand e Frank Sinatra para o mais recentemente Jared Leto e Beyonce. E, apesar do fato de existir um histórico comprovado de músicos talentosos que têm talentos duplos (Bob Dylan e Joni Mitchell também eram pintores aclamados), às vezes permanece uma atitude de “provar para o mundo” dos fãs quando se trata de atores que fazem música.

Steinfeld prova isso sem dúvida em sua nova estelar Half Written Story, a primeira de uma coleção de duas partes lançada nesta sexta-feira (a segunda metade do projeto será lançada ainda este ano). Quando você ouve seu íntimo, sua atitude no pop alegre, a produção e a paixão que ela traz para as cinco primeiras músicas, fica claro que seu amor pela música é genuíno.

Quando você fala com ela sobre The Weeknd e Billie Eilish até Eagles e Fleetwood Mac, é ainda mais evidente que, para parafrasear Elvis Costello, o objetivo de Steinfeld é verdadeiro.

Na véspera do lançamento de Half Written Story, conversei longamente com Steinfeld sobre sua paixão pela música, redescobrindo o vinil durante a pandemia e revelando muito de si nas novas músicas.

Steve Baltin: As pessoas seguiram direções diferentes ao lançar músicas durante esse período. Qual foi o seu processo de pensamento ao lançar o EP agora?

Hailee Steinfeld: Era uma combinação de coisas, com certeza. Essas são músicas das quais tenho tanto orgulho e que já as tenho há algum tempo. Este é um projeto que, sem o conhecimento de todos os outros, foi promovido bastante. E se eu pudesse lançar essa música no dia em que escrevi, eu faria. Mas obviamente há muito o que levar em consideração. Eu também estava trabalhando em um programa de TV [Dickinson] e esse sempre foi o meu tempo de criar música. Eu tento fazer o meu melhor trabalhando com minhas equipes e fazendo com que eu possa me concentrar em um de cada vez. Então, seja música ou atuação, está recebendo 110% de mim. É um momento muito estranho para lançar música. Mas também acho que a música tem uma capacidade única de conectar pessoas e trazer felicidade à elas. E para mim a música é uma libertação. E sempre que um artista favorito solta músicas novas, é como se nunca houvesse um momento errado para isso.

Baltin: Quais foram as músicas ou álbuns que você tem escolhido durante esse tempo?

Steinfeld: Eu tive o novo álbum do The Weeknd, After Hours, tocando repetidamente. Eu amo a música dele. Eu amo a produção no álbum. Eu acho que ele é incrível. Mas eu também tenho feito muitos mergulhos profundos em álbuns antigos que cresci ouvindo, que são Eagles, Fleetwood Mac, um monte de Pink Floyd esta manhã. E eu tenho todos esses vinis. Na verdade, eu tenho montado um pequeno estúdio em casa e, por isso, estou querendo pendurá-los na parede. Eu peguei um monte que eu esqueci totalmente que eu tinha. Foi tão incrível sentar e ouvir um álbum inteiro do começo ao fim, sem nenhuma distração. Não consigo pensar na última vez que fiz isso. É claro que vou baixar álbuns quando estou no avião e viajando. Mas ou estou adormecendo, alguém está interrompendo ou você está distraído. Mas ser capaz de apenas sentar e ouvir esses discos do começo ao fim tem sido muito legal.

Baltin: A nova música assume uma vida diferente ao vivo. Pensando em tocar essas músicas, quais faixas você está mais ansiosa para ver como o público responde à elas?

Steinfeld: Eu não faço novas músicas há muito tempo. Então, a ideia de tocar essas músicas ao vivo é realmente emocionante para mim, e espero que isso possa acontecer em breve. Mas você está certo, ganha vida. Eu saí em turnê com Charlie Puth e toquei uma música que escrevi que nunca havia lançado. Era uma música que eu realmente amo e era nova. E para mim foi tão emocionante, isso foi meio que um prazer para mim. E eu percebi que no segundo show havia fãs cantando na platéia. E é porque os fãs que viram pela primeira vez, claro, postaram sobre isso. E foi tão incrível ver que alcançou muito mais pessoas do que eu pensava em 48 horas sem ter sido lançada. E isso foi ao vivo. Portanto, a ideia de cantar essas músicas, é quando você consegue ver como isso ressoa com outras pessoas e como elas se conectam à ela. Estou empolgada com a ideia de apresentar todas elas ao vivo.

Baltin: Parece um disco de separação entre duas pessoas, quando você se posiciona no mundo dessa forma, eu acho que as pessoas se conectam mais profundamente com ele. Você está achando isso?

Steinfeld: Eu aprecio muito que você tenha dito isso. Obviamente, um álbum é, para mim, meu maior objetivo. E sendo este o meu primeiro disco de trabalho desde o meu primeiro trabalho há quatro anos, mesmo sendo uma coleção pequena, essas cinco músicas, eu realmente sinto que foi uma realização criar uma pequena coleção de músicas que representa várias, se não todas, as emoções que você sente quando está passando por um rompimento. Ou pelo menos para mim. É como se um dia você acordasse e estivesse com raiva e chateada. Esse é um dos registros. No dia seguinte, você acorda e fica confusa, frustrada e perdida. E então, no dia seguinte, você está empoderada, confiante, voltando a ser quem você é e é uma sensação incrível. Tudo isso acontece em ondas, nem sequer estágios. Eu estava indo e voltando de sentir todas essas coisas. Então, eu realmente sinto orgulho do fato de ter conseguido criar essas músicas em um pequeno projeto. E não é tudo. Há mais por vir.

Baltin: Como será lançado em duas partes separadamente, você encontra um tema comum nos dois projetos ou eles são distintos?

Steinfeld: Eu não pensei sobre isso. Mas eu definitivamente acho que existe uma coesão. Essas músicas são mais pessoais. É meio louco porque meu primeiro EP ficou pronto tão rápido. Eu assinei com minha gravadora, a Republic Records, e em seis meses eu tive meu primeiro single, “Love Myself”, que acabou sendo platinum. Eu pensei que levaria alguns anos para descobrir o que diabos eu estava fazendo. E então, em menos de seis meses, foi como uma montanha-russa a partir de então, até o lançamento do EP. E foi uma experiência incrível. Mas sinto que agora estou em um lugar tão diferente como artista. E por ter aprendido muito, estar nesse ramo há um tempo, aprendido como é fazer a música que eu quero tocar, nunca havia cantado na frente de uma platéia antes de lançar o EP. Quando digo que aconteceu tão rápido, aconteceu. E isso também é mágico. Quando algo acontece assim e é bom você correr com ele. Mas sinto que estou em um lugar agora em que estou mais confiante no meu trabalho.

Baltin: Eu imagino que a música sempre fez parte da sua vida. Acabou de descobrir que o sucesso na atuação veio primeiro?

Steinfeld: Absolutamente, a música sempre desempenhou um papel tão grande na minha vida em geral, na minha vida como ator e fazer música tem sido um sonho meu, desde que me lembro. E o que a maioria das pessoas não sabe é que comecei a fazer música na mesma época em que comecei a atuar. Mas a atuação foi o que aconteceu primeiro e a música se tornou um projeto paralelo ao longo dos anos, até que me encontrei na posição de passar para a música de uma maneira que fazia sentido. Eu fiz um filme chamado Pitch Perfect 2 e foi a transição perfeita. Foi a primeira vez que alguém me ouviu cantar, o que foi incrível, porque se eles me conhecem, me conhecem através dos meus filmes. E esse é um filme em que eles estavam me vendo cantar e essa foi a sequência perfeita. E para não mencionar por coincidência, Republic fez a trilha sonora de Pitch Perfect e depois dois e três. Então todas as peças simplesmente se encaixaram.

Baltin: Existem pessoas que você realmente admira pela maneira como elas evoluíram e se vê desejando crescer em uma direção semelhante?

Steinfeld: Sim, existem muitas. Eu sinto que só na minha geração houve tantos jovens artistas que surgiram. E eu comecei em um lugar que era tudo sobre o trabalho, trabalhando duro e sendo gentil e respeitosa. E é tão incrível fazer parte de uma geração de jovens que é tudo o que eles querem fazer, trabalhar duro e provar a si mesmos que podem fazer o que amam. É tudo o que estou fazendo. Há tantas pessoas se eu olhar para trás, como Rihanna é alguém que eu absolutamente amo. Ela é tão ela mesma. Ela faz o que quer quando quer. Ela faz o tipo de música que gosta e, se você optar por ouvi-la, é ótimo. Eu acho que há muito disso e eu respeito muito.

Baltin: Quando você pode finalmente fazer uma turnê e as duas partes do projeto saírem com quem você mais gostaria de fazer uma turnê?

Steinfeld: Existem alguns. Há um artista chamado Benee. Eu acho que ela é realmente interessante, sua música é incrível e ela parece uma pessoa muito divertida. Eu acho que seria muito legal. Eu sou uma grande fã de Billie Eilish, é claro. Não sei se existe alguém com quem falei que não é. Ela faz um show inacreditável, ela e Finneas. E há um grupo chamado XYLO que eu realmente acho incrível. E eu os vi tocar alguns shows em pequenos locais na cidade de Nova York e acho que são realmente divertidos. A turnê é uma coisa incrível e você aprende muito, independentemente de quem é. Então espero que isso aconteça.

Baltin: O que você espera que as pessoas tomem desse disco como uma obra de trabalho?

Steinfeld: Eu acho que as pessoas agora mais do que nunca estão ficando tão criativas no espaço em que estão, porque é realmente tudo o que temos no momento. Estou ansiosa para ver as reações deles à música. Sinto que estou pagando isso adiante, no sentido de ter passado por esse período da minha vida que criou uma sede de discussão. E uma coisa que eu amo é que todos os meus fãs vêm até mim e me dizem que esses discos os fizeram sentir-se menos sozinhos e os ouvi-los dizer isso e cantar essas músicas e vê-los fazer vídeos com essas músicas e fazer tudo isso, me faz sentir como se o que eu passei foi bom para qualquer coisa, é isso.

 

Fonte: Forbes

Tradução e Adaptação: Hailee Steinfeld Brasil



02.04

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